Ola gente!Bom, pra quem já conhece a dica de hoje pode reparar no meu gosto por velharia (risos altos), mas a minha intenção é a melhor possível. Há tempos fui apresentada a Client no carro de um amigo, diga-se de passagem, após um fato não muito legal que aconteceu no dia. De primeira, a sonoridade já me motivou a deixar a tristeza de lado e a me aventurar em pensar num ambiente festa, com pessoas bem vestidas e receptivas. Coisa que todo ser humano merece, por favor. A dica de hoje é totalmente intencionada para você que quer se apaixonar (risos altos!) na pista e criar um estilo enigmático, de alta TEnSÃO (isso mesmo) para conquistar o boy ou a garota. Banda britânica que explora o estilo synthpop, Client lançou “Can You Feel” como primeiro single no último álbum chamado “Command” (2009).
As vésperas de lançar o single Born This Way de seu novo álbum, Lady GaGa estampa a capa da Vogue america usando um cabelo rosa e roupas de Alexander McQueen. Agora só falta esperar o tão aguardado single, e o eminente hit.

Bom, eu sou a @Laraa182, e vou vir aqui todo domingo para falar sobre filmes. Sim, filmes para ver num dia calmo e sem ter o que fazer como num domingo. É bem importante sabermos sobre os filmes que vão ser lançados e os que estão fazendo sucesso, ou até mesmo alguns clássicos dos anos 70 e 80.
O filme que escolhi para começar a minha participação neste Tumblr foi um filme que está na boca do povo, na boca do Oscar, e foi um dos campeões do Globo de Ouro. Alguns podem estar cansados de ouvir falar sobre ele, e sobre as pessoas que participaram da criação do Facebook, mas o filme é realmente algo interessante e para quem gosta de informações sobre o mundo da tecnologia e internet deve sim assisti-lo.
A Rede Social (The Social Network) envolve o espectador logo na primeira cena por exaustão, quase por W.O., antes mesmo dos créditos iniciais. Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg) fala sem parar sobre os QIs dos gênio e as fraternidades mais exclusivas de Harvard numa velocidade que a sua namorada, à sua frente, não consegue acompanhar. O filme funciona praticamente em dois níveis. O primeiro é o mundo como o narrador Zuckerberg vê, um borrão cor de musgo cheio de eventos desinteressantes. David Fincher, o diretor, sempre um niilista - em cenas como a da regata, onde o protagonista não está presente, reproduz essa visão (a mecanicidade eterna dos gêmeos remadores é o contraponto ideal aos arroubos de articulação de Zuckerberg). O segundo nível, em oposição, é o mundo de fato - que em seu movimento inercial não se deixa alterar pelos atos de Zuckerberg, ao contrário do que o nosso anti-herói, na sua mania de grandeza, gosta de pensar. O filme também insinua que Mark só criou o Facebook para conseguir garotas depois de ter terminado um relacionamento. Perguntas como “tenho sua atenção?” e “você está ouvindo o que estou dizendo?” surgem um par de vezes. No fim das contas, embora o Facebook trate de conectividade, David Fincher está fazendo um filme sobre a dissonância. Em A Rede Social, Zuckerberg, desde aquela primeira cena no bar, enxerga segundas intenções em tudo. O verdadeiro Zuckerberg afirma que o filme o deixou meio ‘bobo’, que ele teria feito a rede para conseguir garotas, enquanto que o próprio já tinha uma namorada, antes mesmo de criar o Facebook. Acredito que Mark Zuckerberg da realidade tem todo o direito de reclamar do seu retrato ficcional, que afinal é simplificado para se encaixar num certo perfil, num certo arco. Mas o Zuckerberg do filme, embora pareça, não é uma vítima das circunstâncias ou do seu temperamento. É, sim, vítima de seu tempo.
Não duvido que o filme ganhe o Oscar, e talvez o ator Jesse Eisenberg como melhor ator. Sem dúvida um bom filme, com um ótimo elenco, sem contar o atual “Homem Aranha” Andrew Garfield, que foi a grande revelação do filme por sua atuação, interpretando o brasileiro Eduardo Saverin, melhor amigo de Mark. E também a participação do cantor Justin Timberlake, foi algo que despertou a atenção do público.
Agora, devo dizer que, em minha opinião, o filme não merecia o Oscar. Acredito que “O Discurso do Rei” mereça mais, assim como o ator Colin Firth. A Rede Social é um ótimo filme, mas para mim a história é muito fraca para ser digna de um Oscar.
Music Saturday Ola!! Sou a @meninavelha e a partir de hoje escrevo para a coluna Music Saturday em colaboração ao meu amigo Dudu Morato. A finalidade da minha coluna é dar dicas de músicas que animam o nosso sábado, seja pra sair, seja pra namorar gostoso no escurinho, seja pra jogar poquer com os amigos ou seja para ficar no quarto com maquiagem borrada e combinações estranhas, seu loser (brinks).Lançada no álbum “De La Soul is Dead” (91), participação especial do rapper Q-Tip, Russell Simmons e da cantora Vinia Mojica, o primeiro single do álbum gira em torno de várias samples como “Saturday in the Park” da banda de rock Chicago e com a batida de “Evil Vibrations”, de The Mighthy Ryeders. A música ficou na 22ª posição no UK Singles Chart e na 6ª e 43ª na Billbord Hot Dance Club Play e Hot R&B/Hip Hop Songs, respectivamente.Assim como a letra narra a alegria do final de semana, “Saturdays” é ótima para ser ouvida em momentos pré-balada no carro rondando locais movimentados e onde tudo acontece ao mesmo tempo, assim como acontece na metrópole de São Paulo.
Como de costume a Vanity Fair todo ano antes da cerimônia do Oscar tem sua edição Hollywood Issue, que traz os melhores atores e atrizes do ano na capa. Esse ano são 15; Ryan Reynolds, Jake Gillenhaal, Anne Hathaway, James Franco, Jennifer Lawrence, Anthony Mackie, Olivia Wilde, Jesse Eisenberg, Mila Kunis, Robert Duvall, Joseph Gordon-Levitt, Andrew Garfiel, Rashida Jones, Garret Hedlund e Noomi Rapace, usando smokings e longos na capa que se desdobra em três numa vibe retrô-asiático.

Lea T, a filha transsexual do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo, depois da fama na Europa graças a Givanchi, estampa a capa da revista Inglesa LOVE. Mesmo se fosse só isso já seria reconhecimento bastante, mas não, ela está em duas das quatro capas da edição da revista que tem como Issue “The Androgyny, This is Hardocore”. Em uma delas Lea aparece beijando, nada mais, nada menos que Kate Moss. A surpresa fica em uma das outras capas estampada por Justin Bieber.


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